
sexta-feira, 28 de maio de 2010
LAUNDRY INVERNO 2010
INTERLÚDIO
sexta-feira, 7 de maio de 2010
sexta-feira, 2 de abril de 2010
DEZEUXIS + MOROZINI
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quinta-feira, 18 de março de 2010
INTERLÚDIO
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
"I'M ALIVE, THOMAS"

Ultimamente, depois de um ano muito difícil em todos os campos da minha vida, tenho colhido o que devem ser os primeiros frutos da bonança. E eles vieram como reflexões. A tarefa mais difícil pra mim durante a crise foi - heroicamente - nunca me sentir confortável na posição de vítima, olhando todos os ângulos de tudo que estava acontecendo, tentando não culpar as pessoas ao meu redor e dentro de mim. Não foi fácil mesmo. Fácil é achar que os astros estão contra você, que as pessoas são culpadas pelas suas frustrações, que você foi injustiçado e justificativas que não acabam nunca mais.
Isso ficou para trás. Viver o presente. Nada a esperar do passado. Surssum Corda!
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
SEAN AND SENG




Adoro Viviennne Westwood. Sua história, seu passado, seu engajamento político, embora às vezes soe como um grande contracenso ela criticar severamente o consumismo e desfilar duas coleções por ano fora as labels Gold, Red, Man e Anglomania...enfim, esse post é só pra falar da dupla Sean and Seng que assina as novas fotos da coleção underwear Spring/Summer 10. Simples e puro. Adoro.
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
domingo, 24 de janeiro de 2010
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
INTERLÚDIO

All Is Vanity
Original source image by Charles Allen Gilbert, 1892
Original source image by Charles Allen Gilbert, 1892

All Is Vanity
2009, colour photograph by Adad Hannah 2009
2009, colour photograph by Adad Hannah 2009
domingo, 17 de janeiro de 2010
NOT
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quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
MARIANAS

"Por detrás da alegria e do riso, pode haver uma natureza vulgar, dura e insensível. Mas por detrás do sofrimento, há sempre sofrimento. Ao contrário do prazer, a dor não usa máscara." Oscar Wild em De Profundis
Sempre desconfiei de segredos. Mesmo os confessos. E sozinho dentro da minha cabeça, num canto escuro dentro da minha cabeça, fico calculando que parte daquele segredo foi realmente revelado; sob que véus ele me olha feito uma cadela agradecida. Feito isso, logo espalho esses pensamentos como fumaça de cigarro. Melhor não dar corda ao cáculo das probabilidades. Melhor, talvez, refletir sobre as relações sob outro ponto de vista: "A vida apenas, sem metafísica."
Tento me conter em não gastar horas e neurônios letárgicos a divagar sobre segredos, verdades ocultas e enigmas do gênero. Tenho até um frágil receio de virar um desses teóricos da conspiração com síndrome de louco perseguido. Me reservando o direito de reconhecer meu incômodo e confiar que reconhecendo-o, liberto-me de qualquer inrustimento de vontade.
Acho que a intimidade de almas, seja ela entre amigos, parentes e principalmente entre amantes, na medida em que se aprofunda, revela a sombra latente de fossas abissais. Penso que quanto mais conhecemos uma pessoa, mais reveladoras serão as verdades quando esta já não fizer mais parte da nossa vida. E tudo bem quando Inês é morta. Mas quando não...
Existem segredos e existem verdades ocultas. Há verdades que são só nossas, portanto não são segredos. Mas há verdades que são negligenciadas. Essas, envoltas por camadas de má fé e mesquinhez que deixam um rastro fétido de lodo, como lesma putrefada são geralmente chamadas de segredos. É chato de olhar mas se seguirmos seu rastro, eles revelam sem pudor o que ocultavam: verdades constragedoras para quem as guardava. Fossas abissais na alma...É um caminho. Somos placas tectônicas em constante movimento. Arrotando terremotos. Para os covardes, escondidos atrás de uma máscara cândida e devotada há sempre a frieza e a iminência de pequenos tremores ingratos.
Tenho dito.
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
WOODPECKER + FLESH RAINBOW










Já postei algumas fotos dele aqui. Jeff Bark é um fotógrafo que me desconcerta. Na contramão do empirismo - que adoro e pratico - e da captura instantânea, ele faz transbordar uma beleza meticulosamente "pintada" em suas fotos. Parece tão lindamente banal, e ao mesmo tempo, tão cheio de significados. Faz a gente agradecer de joelhos pelo sentido da visão. O belo desarma.
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